
A pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo PL, Professora Maria do Carmo, intensificou nesta semana o movimento de consolidação de apoios políticos ao seu projeto eleitoral, reforçando a aproximação com parlamentares aliados na Câmara Municipal de Manaus (CMM). A agenda marca mais um passo da estratégia de fortalecimento da base política da direita no cenário estadual visando as eleições de 2026.
O gesto político contou com a mobilização direta dos vereadores do partido na Casa Legislativa — Coronel Rosses, Capitão Carpê, Sargento Salazar e Raiff Matos — que vêm atuando como linha de frente na articulação institucional em torno da pré-candidatura. A presença da professora no parlamento municipal simboliza a tentativa de ampliar convergências e demonstrar unidade partidária já na fase inicial da disputa.
Recebida no plenário e convidada a compor a mesa diretora, Maria do Carmo destacou o ambiente institucional e o diálogo com os parlamentares como parte do processo de construção política. Segundo ela, o momento exige articulação baseada no respeito entre os poderes e na defesa de pautas voltadas à população.
“Essa é a casa do povo e o que esperamos é que as ações sejam pautadas pelo respeito e pela harmonia em defesa dos interesses da população”, afirmou.
Durante os pronunciamentos, vereadores aliados ressaltaram o perfil da pré-candidata como alternativa ao atual modelo de gestão estadual, enfatizando sua trajetória ligada à iniciativa privada e a experiência administrativa como diferenciais no debate político que começa a ganhar forma no Amazonas.
A movimentação ocorre em meio a mudanças recentes no cenário político local, que têm provocado rearranjos entre grupos e lideranças. Questionada sobre os desdobramentos mais recentes, Maria do Carmo adotou tom crítico em relação a adversários políticos, defendendo maior coerência entre discursos e práticas na atuação pública.
“Falar uma coisa e fazer outra é um desrespeito com a população. A política precisa ser tratada com seriedade e compromisso com a palavra dada”, declarou.
Nos bastidores, a leitura entre aliados é de que a estratégia passa por consolidar apoios institucionais antes da intensificação oficial da pré-campanha, ampliando capilaridade política e fortalecendo a narrativa de construção coletiva em torno do projeto eleitoral.
