
A campanha de Capitão Alberto Neto ao Senado começa a testar sua capacidade de mobilização nas ruas de Manaus. Em dois dias consecutivos, o candidato do PL levou a chamada Tropa da Mudança para as zonas Leste e Norte da capital, em bandeiraços e atos ao lado da candidata ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo.
O movimento marca uma mudança de etapa na disputa eleitoral. Depois da preparação interna e da definição das chapas, os candidatos passam a medir a receptividade do eleitor no contato direto, especialmente em áreas de grande concentração populacional.
Na terça-feira (18), Alberto Neto esteve na Zona Leste acompanhado de Maria do Carmo. O encontro reuniu apoiadores e serviu para apresentar a chapa do PL aos moradores da região. Na mobilização, o candidato ao Senado pediu participação dos eleitores e associou sua candidatura à proposta de mudança defendida pelo partido.
“A gente não pode descansar. Essa tropa que está aqui junto com vocês vai mudar a história do Amazonas. A tropa da Professora Maria do Carmo não pode descansar. Quem está aí já provou que é capaz de levar miséria para o povo. Aqui está a esperança de dias melhores. Nós merecemos voltar a sorrir. Vem pra Tropa do 22! Eu sou Capitão Alberto Neto, candidato ao Senado. Vote 222!”, declarou.
Antes do encontro, Alberto Neto participou de um bandeiraço nas ruas da Zona Leste. Vestidos com as cores do Brasil, candidatos e apoiadores abordaram motoristas, passageiros do transporte coletivo, taxistas e moradores.
O candidato aproveitou o corpo a corpo para apresentar sua candidatura ao Senado e defender uma renovação na representação do Amazonas em Brasília.
“A gente tá aqui levando a Tropa do 222 pra rua, conversando com as pessoas, olhando no olho. O povo não quer mais aquela velha política de promessa, promessa e nada acontece. O povo quer alguém que tenha coragem pra fazer o que precisa ser feito. E é por isso que eu vim pra rua: pra mostrar nossas propostas, ouvir as pessoas e construir junto um novo caminho pro Amazonas”, afirmou.
Na quarta-feira (19), a mobilização avançou para a Zona Norte. Alberto Neto voltou às ruas acompanhado de Maria do Carmo, do candidato a deputado federal Sargento Salazar e do candidato a deputado estadual Kidson Maia.
A presença dos quatro candidatos reforçou a estratégia de apresentar a chapa de forma integrada e transformar a mobilização de rua em uma das marcas da campanha. Em uma região que concentra grande parcela da população de Manaus, o grupo conversou com moradores, comerciantes e trabalhadores.
“Bandeiraço aqui na Zona Norte com a nossa Tropa da Mudança, levando para as ruas o 222, que vai mudar Manaus e o Amazonas. Estamos juntos com a Professora Maria do Carmo, o Sargento Salazar e o Kidson Maia, porque essa tropa está unida em torno de um projeto de verdade. A gente quer mudança, quer renovação e quer mandar embora essa velha política da esquerda que tanto atrasou o nosso Amazonas. Agora é hora de virar essa página”, declarou Alberto Neto.
Maria do Carmo também destacou a recepção encontrada durante o bandeiraço e reforçou o discurso de mudança adotado pelo grupo.
“Aqui na Zona Norte a gente sente o carinho do povo, vê as pessoas pararem para cumprimentar a gente. Chega de quem só aparece em época de eleição para fazer promessa e depois some. É hora de mudar, é hora de virar essa página e construir um novo caminho para o nosso Amazonas”, afirmou.
O desempenho das mobilizações ainda não permite medir, por si só, o tamanho do apoio eleitoral à candidatura. O que os atos revelam neste início de campanha é a disposição do grupo de ocupar as ruas e transformar presença política em contato direto com o eleitor.
Para Alberto Neto, esse será um componente central da caminhada até outubro. A estratégia combina mobilização de apoiadores, exposição da chapa e tentativa de ampliar o diálogo com o eleitor fora dos espaços tradicionais de campanha.
A movimentação dos dois primeiros dias coloca, portanto, a campanha do candidato ao Senado em campo aberto. É nas ruas, diante do eleitor, que o grupo começa a testar sua capacidade de mobilização e a receptividade ao discurso de mudança apresentado pelo PL no Amazonas.
Foto: Isaque Ramos





