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Tempo bom para os bilionários – Bom dia, Economia #01 – Boletim de notícias 29.01.25

Ano bom para os bilionarios Shayne Coplan Portal Fred Novaes

Por que 2025 foi o melhor ano da história para os bilionários

Ao longo do último ano, o planeta ganhou mais de 340 novos bilionários — aproximadamente um por dia — espalhados pelos Estados Unidos, China, Índia, Rússia e por países tão diversos quanto São Cristóvão e Névis e Albânia.

Hoje, há mais bilionários do que nunca: um recorde de 3.148, quase 50% a mais do que há cinco anos. Em 1987, quando a Forbes publicou seu primeiro ranking internacional, havia apenas 140 bilionários no mundo.

E a população desses magnatas também nunca foi tão rica — tanto no total (US$ 18,7 trilhões, ou R$ 103,6 trilhões, um aumento de US$ 10 trilhões, ou R$ 55,4 trilhões, desde 2020) quanto na média (US$ 5,9 bilhões, ou R$ 32,7 bilhões, contra US$ 4 bilhões, ou R$ 22,16 bilhões, naquela época).

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Fonte: Forbes

China pretende reduzir tarifas de importação sobre centenas de produtos em 2026

A China aplicará tarifas provisórias de importação abaixo do nível de nação mais favorecida para 935 produtos a partir de 1º de janeiro de 2026, em uma tentativa de ampliar a oferta de bens de alta qualidade no mercado interno, informou a agência estatal chinesa Xinhua nesta segunda-feira (29).
Entre os produtos contemplados estão materiais avançados, recursos verdes e bens médicos, como itens usados em manufatura de ponta, baterias de íon-lítio e equipamentos de saúde.

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Fonte: Infomoney

Caneta emagrecedora bom dia economia 01 1 Portal Fred Novaes

Mercado de ‘canetas emagrecedoras’ deve chegar a R$ 20 bi no Brasil com genéricos

O mercado brasileiro de canetas emagrecedoras deve saltar de R$ 11 bilhões em 2025 para R$ 20 bilhões em 2026. Segundo a análise em novo relatório recém-divogado pela equipe de Research do UBS BB, o crescimento será impulsionado pelo vencimento da patente de semaglutida em março de 2026, que abre caminho para entrada no mercado de genéricos com preços estimados 50% e 50% menores.

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Fonte: Bloomberg Línea

O mundo no cheque especial: quando a dívida pública vira um problema global

Imagine que o mundo é uma grande empresa onde as despesas crescem bem mais rápido do que as vendas. E, para dar conta de seus compromissos, essa companhia precisa com frequência tomar empréstimos – a um custo cada vez mais alto. Essa pode ser a descrição do que está em curso hoje na economia global. Só que, na vida real, o governo é justamente o departamento que mais utiliza o cartão de crédito corporativo para sustentar as operações e investimentos. E a fatura já está tão alta que agora exige que ele dedique uma fatia cada vez maior de sua receita apenas para pagar os juros.

A soma de todas essas dívidas — públicas e privadas, de governos, empresas e famílias — atingiu um novo recorde no terceiro trimestre de 2025: quase US$ 346 trilhões, o equivalente a mais de três vezes o PIB mundial. O número é do Monitor de Dívida Global, do Instituto de Finanças Internacionais (IIF).

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Fonte: InvestNews

Como o setor elétrico brasileiro se tornou o destino preferido dos investimentos chineses

Nenhum setor da economia brasileira atraiu tantos investimentos chineses no ano passado do que a energia elétrica. Segundo o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), o setor concentrou 34% do total investido pela China em 2024, somando US$ 1,43 bilhão — um aumento de 115% em relação a 2023.

Foram 22 empreendimentos, o maior número já registrado desde o início da série histórica em 2007.

No total, o Brasil recebeu US$ 4,18 bilhões em investimentos chineses em 2024. Esses aportes colocaram o país como o terceiro maior destino global do capital produtivo chinês e o líder entre as economias emergentes, segundo o estudo do CEBC.

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Fonte: InvestNews

warner bros bom dia economia 01 1 Portal Fred Novaes

Warner: na briga entre Netflix e Paramount, a sala de cinema pode ser a grande perdedora

A disputa pelo controle da Warner Bros. atingiu o ápice de tensão, mas, independentemente de quem saia vencedor — se a gigante do streaming Netflix ou a coalizão Paramount-Skydance —, o veredito para as salas de cinema parece ser um só: o setor caminha para um futuro de maior escassez e incerteza.

Embora a Warner tenha sido, historicamente, a “usina” que alimentava os exibidores com cerca de 22 lançamentos anuais, a nova configuração do estúdio sinaliza que o modelo tradicional de Hollywood está perdendo o fôlego diante de compradores ou avessos às telonas ou excessivamente endividados.

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Fonte: InvestNews

Mercado financeiro reduz projeções para inflação de 2025 e 2026

A mediana do relatório Focus para o IPCA 2025 caiu de 4,33% para 4,32%, a sétima baixa seguida. A taxa está em 0,18 ponto porcentual abaixo do teto da meta de 4,50%. A o mês era de 4,43%.
Considerando apenas as 111 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a projeção passou de 4,32% para 4,31%. A estimativa para o IPCA de 2026 caiu de 4,06% para 4,05%, a sexta baixa consecutiva. Há um mês era de 4,17%.

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Fonte: UOL Economia

Banco Master: Crescimento acelerado, riscos e a liquidação que acendeu o alerta no sistema financeiro

Quando a esmola é muita, até o santo desconfia. Esse ditado popular poderia estampar a lápide do agora finado Banco Master, que, com o nome e a forma atuais, surgiu em 2018 e cresceu de maneira meteórica.

Em quatro anos, o banco de Daniel Vorcaro multiplicou por dez seu patrimônio e quintuplicou a carteira de crédito. O combustível vinha da captação agressiva de CDBs, com rendimentos que chegavam a 140% do CDI, apoiados no Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Foi uma engrenagem que funcionou por algum tempo, mas que passou a mostrar sinais claros de esgotamento. Não demorou para o Banco Central notar que a operação carregava riscos elevados. Isso porque a captação agressiva ocorria sem lastro sólido suficiente, o que colocou o banco sob maior escrutínio antes de a situação desandar e chegar à liquidação.

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Fonte: Money Times

Prévia do PIB: Norte tem 2º melhor desempenho entre as cinco regiões do Brasil, diz BC

O Norte do Brasil teve o segundo maior crescimento no índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-BR), com avanço de 3,4%, em 2025, no cumulado até outubro. O Centro-Oeste é a região com o maior crescimento, com alta de 5,8%. A região com o menor desempenho no ano foi o Sudeste, com alta de 1,6%. O Sul teve crescimento de 2,9% e o Nordeste de 2,1%.

Nos últimos 12 meses até outubro, o IBC-BR avançou 5,9% no Centro-Oeste, 3,9% no Norte, 3,3% no Sul, 2,5% no Nordeste e 1,6% no Sudeste. As bases de comparação consideram os efeitos sazonais.

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Fonte: Jornal do Commercio (jcam)

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