O comércio de Manaus vai funcionar no feriado de Finados, nesta segunda-feira (2). As lojas do Centro devem funcionar das 8h às 12h, enquanto os shoppings terão horários diferenciados. Quem pretende aproveitar o feriado de Finados, nesta segunda-feira (2), para fazer compras ou visitar os shoppings de Manaus deve ficar atento aos horários de funcionamento. O comércio da capital amazonense terá expediente diferenciado, com algumas lojas abrindo mais tarde e outras encerrando as atividades antes do horário habitual. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas (Fecomércio AM), as lojas da região central têm previsão de funcionamento das 8h às 12h. O horário, no entanto, é apenas uma recomendação, e cada estabelecimento poderá definir seu expediente. Quais shoppings abrem no feriado de Finados em Manaus? Nos shoppings, o funcionamento varia conforme o empreendimento e o tipo de serviço. Em alguns centros de compras, as praças de alimentação abrirão antes das lojas, enquanto supermercados, academias e opções de lazer terão horários próprios. O Sumaúma Park Shopping e o Shopping Grande Circular estão entre os empreendimentos com funcionamento de lojas até as 22h. Já o Shopping Cidade Leste encerrará suas atividades às 15h, e o Shopping Cecomiz não abrirá durante o feriado. Para evitar deslocamentos desnecessários, a recomendação é consultar os horários de cada estabelecimento antes de sair de casa, principalmente no caso de lojas menores, cinemas e serviços específicos. O comércio abre no feriado de Finados em Manaus? Sim. As lojas do Centro têm horário sugerido das 8h às 12h. A maioria dos shoppings funcionará em horários especiais, mas o Shopping Cecomiz permanecerá fechado. Confira o funcionamento do comércio em Manaus nesta segunda-feira (2) Comércio do Centro Shoppings de Manaus Shopping Lojas e quiosques Alimentação e outros serviços Grande Circular 10h às 22h Alimentação: 10h às 22h; cinema conforme programação Manaus Via Norte Âncoras: 12h às 21h; demais lojas: 14h às 21h Alimentação: 12h às 21h; supermercado: 8h às 22h; cinema conforme programação Manaus Plaza 14h às 20h Alimentação: 12h às 21h Manauara Âncoras: 12h às 21h; satélites: 14h às 21h Alimentação e lazer: 12h às 22h; cinema conforme programação Ponta Negra Âncoras e megalojas: 12h às 21h; demais lojas: 14h às 21h Alimentação e lazer: 12h às 22h; cinema conforme programação Amazonas Shopping Âncoras e megalojas: 10h às 21h; demais lojas: 14h às 21h Alimentação e lazer: 12h às 22h Millennium 14h às 20h Alimentação: 12h às 20h; cinema a partir das 13h30 Studio 5 Âncoras e quiosques: 14h às 21h Alimentação: 12h às 21h; academia: 8h às 20h; boliche a partir das 15h São José 10h às 16h Alimentação: 12h às 16h; academia: 8h às 17h Sumaúma Park Todas as lojas: 10h às 22h Supermercado: 8h às 22h Cidade Leste Todas as operações: 9h às 15h Mesmo horário Cecomiz Fechado Sem funcionamento Fonte: Fecomércio Amazonas. Horários informados para o feriado de Finados, em 2 de novembro de 2026. Atenção aos horários Os consumidores devem observar que lojas âncoras, megalojas e estabelecimentos menores podem ter expedientes diferentes dentro do mesmo shopping. No caso dos cinemas, os horários dependem da programação de cada unidade. Já supermercados e academias instalados nos centros comerciais podem abrir antes das demais operações. Os horários divulgados pela Fecomércio AM servem como referência para o planejamento das compras e dos passeios durante o feriado. Mudanças pontuais devem ser confirmadas diretamente com os estabelecimentos. Receba o Bom dia, Economia no WhatsApp Acompanhe nossa curadoria jornalística de economia, negócios e mercado, com atenção especial ao Amazonas. É gratuito. Siga o canal e ative o sininho para receber notificações das novas publicações. Seguir canal no WhatsApp
Geração Z lidera onda de protestos que pressiona governos europeus
Uma onda de protestos liderada principalmente por jovens da chamada Geração Z está colocando governos europeus sob pressão. Da França à Alemanha, passando pela Itália e pela Sérvia, milhares de manifestantes ocupam as ruas para cobrar melhores condições de vida, investimentos em educação e mudanças nas políticas públicas. Embora tenham motivações distintas, os movimentos revelam um descontentamento que ultrapassa fronteiras e já produz consequências econômicas e políticas. O último fim de semana de outubro foi marcado por novas manifestações, confrontos com a polícia e episódios de vandalismo. Na França, cerca de 320 mil pessoas participaram dos protestos de sábado (31), segundo o Ministério do Interior. Na Alemanha, atos foram convocados em 34 cidades. Na Itália, uma greve havia levado mais de um milhão de pessoas às ruas na sexta-feira (30). O protagonismo dos jovens chama a atenção. Integrantes da Geração Z, geralmente definida como a população nascida entre o fim dos anos 1990 e o início da década de 2010, estão entre os principais articuladores das mobilizações. As reivindicações envolvem problemas que afetam diretamente suas perspectivas de futuro: salários, emprego, moradia, educação e o peso crescente das despesas cotidianas. Os protestos não formam um movimento político unificado. Cada país enfrenta problemas específicos, e as manifestações reúnem organizações com orientações diferentes. O ponto de convergência está na insatisfação com a capacidade dos governos de oferecer respostas às dificuldades econômicas e sociais. França enfrenta protestos e prejuízos bilionários A França se tornou um dos principais centros da mobilização. Os protestos ganharam força no fim de setembro, durante as negociações do orçamento de 2027 do governo do presidente Emmanuel Macron. Inicialmente impulsionadas por estudantes insatisfeitos com as condições das escolas e o acesso às universidades, as manifestações passaram a reunir sindicatos e integrantes do movimento dos Coletes Amarelos. As reivindicações incluem medidas para conter o custo de vida, reduzir a pressão dos preços dos combustíveis e melhorar os serviços públicos. Em 17 de outubro, os atos reuniram 550 mil pessoas, segundo o Ministério do Interior, e terminaram com episódios de violência, saques e depredação. No sábado (31), aproximadamente 320 mil manifestantes voltaram às ruas, dos quais 70 mil em Paris. O impacto chegou ao comércio. Lojas de marcas internacionais de luxo, como Hermès, Louis Vuitton e Burberry, foram atingidas durante os distúrbios. Estimativas atribuídas à Câmara de Comércio apontam perdas superiores a 1 bilhão de euros para o varejo. A pressão ocorre em um momento de fragilidade das contas públicas francesas. A dívida do país se aproxima de 120% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto o governo enfrenta dificuldades para controlar despesas e recuperar a confiança dos investidores. Na Alemanha, jovens assumem a organização dos atos Na Alemanha, a participação da Geração Z é ainda mais explícita. O grupo responsável pelas convocações adotou o nome Gen Z regelt, expressão que pode ser traduzida como “A Geração Z assume o comando”. O movimento convocou manifestações em 34 cidades, incluindo Berlim, Frankfurt e Munique. Entre as principais reivindicações estão mais investimentos em educação, medidas contra o aumento do custo de vida e oposição ao serviço militar obrigatório. A adesão, entretanto, ficou abaixo das expectativas. Os organizadores projetavam inicialmente 182 mil participantes. Até a tarde de sábado, as polícias de Berlim, Frankfurt e Munique haviam contabilizado, juntas, cerca de 6 mil manifestantes. A mobilização também reflete preocupações com o futuro da economia alemã. O envelhecimento da população, as pressões sobre a previdência e as dificuldades de crescimento ampliam o debate sobre os custos que serão assumidos pelas novas gerações. Apesar do protagonismo juvenil, o movimento enfrenta questionamentos sobre sua representatividade. Uma entidade nacional de estudantes do ensino médio se distanciou da iniciativa e anunciou manifestações próprias para 20 de novembro. Itália reúne estudantes e trabalhadores Na Itália, os protestos ganharam dimensão nacional com uma greve que levou mais de um milhão de pessoas às ruas de aproximadamente 50 cidades na sexta-feira (30). Estudantes, sindicatos, trabalhadores portuários, bombeiros e agricultores participaram das mobilizações. As reivindicações incluíram reajustes salariais, fortalecimento dos serviços públicos e mudanças nas políticas do governo. Em Turim, a polícia utilizou um canhão de água para dispersar manifestantes. Em Roma, confrontos terminaram com oito detenções. Já em Gênova, cerca de 15 mil pessoas, incluindo trabalhadores portuários e estudantes, protestaram contra o transporte de armamentos pelas instalações do porto. Na Espanha, as autoridades detiveram mais de dez suspeitos ligados a um grupo acusado de preparar atos de vandalismo. Entre eles estava um jovem de 20 anos apontado como possível líder da organização. Na Sérvia, protestos estudantis chegam às urnas A consequência política mais expressiva da mobilização juvenil ocorreu na Sérvia. Depois de dois anos de protestos contra o governo, candidatos apoiados por estudantes conquistaram uma vitória eleitoral sobre a aliança ligada ao presidente Aleksandar Vucic, que exerce papel central na política do país desde 2014. Com quase 99% dos votos apurados, a lista apoiada pelo movimento estudantil alcançou 52,7% dos votos, contra 39,2% da aliança liderada pelo Partido Progressista Sérvio, segundo os dados eleitorais apresentados. O resultado projetava 139 das 250 cadeiras do Parlamento para os candidatos apoiados pelos estudantes, contra 97 para a aliança governista. O movimento começou após a morte de 16 pessoas no desabamento da cobertura de uma estação ferroviária em Novi Sad. A tragédia desencadeou manifestações contra a corrupção e cobranças por responsabilização das autoridades. A vitória eleitoral representa uma mudança de dimensão para o movimento estudantil: a insatisfação que começou nas ruas passou a se traduzir em representação política. Uma geração que cobra respostas A onda de manifestações expõe um desafio para os governos europeus. O descontentamento envolve questões imediatas, como preços, salários e serviços públicos, mas também preocupações de longo prazo sobre emprego, previdência e oportunidades para os jovens. Na França, a pressão popular se choca com a necessidade de ajuste das contas públicas. Na Alemanha, o debate envolve os encargos econômicos e sociais que recairão sobre uma população mais jovem e proporcionalmente menor. Na Itália, as reivindicações estudantis se somam às demandas dos trabalhadores. Na Sérvia, o movimento
Copom e Caged movimentam semana econômica no Brasil
A decisão do Banco Central sobre a taxa básica de juros e a divulgação dos números do emprego formal no Brasil são os principais destaques da agenda econômica da semana de 2 a 6 de novembro. Apesar do feriado de Finados, que reduz o período de negociações no mercado brasileiro, a programação reúne indicadores capazes de influenciar as expectativas para a inflação, a atividade econômica e o comportamento dos investimentos. O momento mais aguardado será na quarta-feira (4), às 18h30, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) anuncia sua decisão sobre a Selic. Mais do que o percentual definido, os investidores estarão atentos ao comunicado do Banco Central, especialmente às avaliações sobre inflação e perspectivas para os próximos meses. No mesmo dia, às 14h30, está prevista a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O levantamento permite acompanhar o saldo de contratações com carteira assinada e oferece sinais sobre o ritmo da atividade econômica. O desempenho do mercado de trabalho tem peso relevante na avaliação da conjuntura. A geração de empregos sustenta a renda e o consumo, mas também pode influenciar as pressões sobre os preços e, consequentemente, as decisões de política monetária. Confira os principais eventos da semana* *Horário de Brasília Mercado internacional também exige atenção No exterior, o principal destaque será o payroll americano, previsto para sexta-feira (6), às 10h30, no horário de Brasília. O relatório apresenta dados sobre geração de empregos, desemprego e evolução dos salários nos Estados Unidos. Os números ajudam a orientar as expectativas sobre os próximos movimentos do Federal Reserve (Fed), o banco central americano. Mudanças nessas projeções podem afetar o dólar, os juros internacionais e o fluxo de investimentos para mercados emergentes, como o Brasil. A agenda internacional inclui ainda a decisão de juros do Banco da Inglaterra, na quinta-feira (5), além de indicadores de atividade econômica da Europa e da China. Para o investidor brasileiro, a combinação de juros, emprego e atividade econômica oferece uma leitura importante sobre os rumos da economia. A quarta-feira concentra os principais eventos domésticos, enquanto a sexta-feira pode trazer novos movimentos aos mercados globais. Com informações da Money Times Receba o Bom dia, Economia no WhatsApp Acompanhe nossa curadoria jornalística de economia, negócios e mercado, com atenção especial ao Amazonas. É gratuito. Siga o canal e ative o sininho para receber notificações das novas publicações. Seguir canal no WhatsApp